2012/08/23

O governo dá....


Vais ter relações sexuais?
O governo dá preservativo!
Já tiveste?
O governo dá a pílula do dia seguinte!
Engravidou?
O governo dá o aborto!
Teve filho?
O governo dá o abono de família!
Estás desempregado?
O governo dá subsídio de Desemprego!
Estás na escola e não aprendes nada?
O governo dá novas oportunidades!
És viciado e não gostas de trabalhar?
O governo dá rendimento social de inserção (que raio de nome, gostava mais quando era rendimento mínimo garantido)!
AGORA...
Experimenta estudar, trabalhar, produzir e andar na linha para ver o que é que te acontece!!!!!
O GOVERNO OFERECE-TE UMA BOLSA DE IMPOSTOS E RESPONSABILIDADES NUNCA VISTA EM LUGAR ALGUM DO MUNDO!!!!!
PARABÉNS!!!

2012/08/14

The Clash- Should I stay or should I go

Não há dúvidas nenhumas!! i go.... p ferias!!!




FUIIIIIIII!!!!!!!!!!!!!

As tão desejadas férias!!!



Falta apenas uma hora para eu estar de férias assim "búes" de tempo, só volto no próximo dia 10 de Setembro!
Ai que estou tão necessitada de férias! Preciso de arejar a cabeça, não ter de acordar às 7h, de andar o dia todo a correr pro comboio, pra escolinhas....

2012/08/13

Ser canhoto é...

Opá tantos canhotos famosos!!
Eu tenho uma famosa em casa que por acaso é canhota eehehehe


2012/08/07

Momento de humor



Sinceramente não fazia ideia que havia tantas anedotas sobre a minha profissão!!!
Realmente a profissão de contabilista não é lá muito bem vista na nossa sociedade.
Por experiencia própria sei que nos acham uns chatos com a mania de implicar com coisas que não têm jeito nenhum...
é habitual ouvir-se algo do genero "foi a contabilidade que me está a pedir isto, opa os gajos são cá uma seca!"
Vou deixar só umas pérolas... lindas!!!

Um cirurgião vem ver um paciente que aguarda transplante do coração.
“São boas notícias - é raro mas nós temos dois doadores à escolha para o seu novo coração.”
O paciente fica feliz, e pergunta “e que profissões tinham?”
“Um era professor e o outro era contabilista.”
“Aceito o coração do contabilista”, diz o paciente. “Quero um que não foi usado!”

Ouvido de passagem:
"O meu contabilista vale cada Euro que cobra, por causa do tempo que me poupa. Este ano, por exemplo, provavelmente poupou-me cinco a dez anos de prisão".

Parabéns Caetano Veloso!

Caetano Veloso (nascido Caetano Emanuel Viana Teles Veloso faz hoje 70 anos.
Senhor Caetano, esta humilde fã deseja-lhe muitos parabéns e um muito obrigado pelo seu reportório de músicas espetaculares!!



2012/08/01

As 10 alterações ao Código do Trabalho

Hoje entram em vigor um conjunto de alterações à lei laboral, algumas das quais terão um impacto quase imediato na vida dos trabalhadores. A partir de agora, as empresas podem reduzir para metade o valor das horas extraordinárias que pagam até aqui e o mesmo acontecerá com a compensação (em tempo e dinheiro) do trabalho em dia feriado.

Além das mudanças que visam reduzir os custos do trabalho, as novas regras vão também tornar os despedimentos mais fáceis e mais baratos, reduzir o número de férias e de feriados e introduzir mais flexibilidade nos horários.

Férias
A nova legislação elimina a majoração de três dias de férias que era atribuída aos trabalhadores sem registo de faltas no ano anterior. Esta medida apenas terá efeitos práticos nas férias gozadas a partir de 2013 e nessa altura, em vez de 25 dias úteis, os trabalhadores terão direito a gozar 22 dias- Apenas os setores e empresas com instrumentos de contratação coletiva anteriores a 1 de janeiro de 2003 que já previam a atribuição de mais dias, além dos 22, ficam de fora desta medida.

Feriados
Depois de várias hesitações (sobre o número e as datas), ficou estabelecido que deixam de ser considerados feriados o Corpo de Deus (móvel), 5 de outubro (implantação da República), 1 de novembro (religioso) e 1 de dezembro (Restauração).

Horas extraordinárias
É uma das medidas que mais contribuirá para baixar os custos laborais das empresas: a partir de agora, o trabalho prestado em regime de horas extraordinárias ou em dia feriado é pago pela metade, sendo que a nova legislação permite às empresas suspender durante dois anos, as disposições de instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho e as cláusulas de contratos de trabalho que disponham sobre acréscimos de pagamento de trabalho suplementar superiores ao agora estabelecidos.
O trabalho prestado em feriados dará assim direito a um acréscimo de 50% da retribuição correspondente ou a descanso compensatório com duração de metade das horas de trabalho prestado, ficando a escolha ao critério do empregador.

Faltas
O incentivo de assiduidade que era dado pela majoração de dias de férias acaba, mas as faltas vão ser mais penalizadas, principalmente as que era usadas para aproveitar os feriados e prolongar os fins de semana. Nestes casos, a tentação sairá cara ao trabalhador porque as faltas nos das que antecedem ou precedem um feriado ou fim de semana podem implicar a perda de retribuição não apenas desse dia, mas de todo o período – podendo chegar aos quatro dias de salário.
Encerramento nas pontes
As empresas podem escolher um dia que esteja entre um feriado que ocorra a uma terça ou quinta feira para encerrar e descontar esse dia nas férias do trabalhador. Mas para poderem faze-lo terão de afixar o mapa até ao dia 15 de dezembro do ano anterior. Podem ainda encerrar durante cinco dias úteis consecutivos na época de férias escolares do natal.

Banco de horas individual
A reorganização do tempo de trabalho que até agora só podia ser negociada coletivamente desce para o nível individual.
Assim, o empregador pode negociar diretamente com o trabalhador a criação de bancos de horas, tendo de observar dois limites: este não poderá exceder as 150 horas anuais e permite que em alturas de “picos” de atividade o tempo de trabalho passa ser aumentado em duas horas diárias.
A proposta é feita por escrito ao trabalhador e se este não responder no prazo de 14 dias considera-se que aceitou. Assim que 75% dos trabalhadores estiver de acordo, o banco de horas estende-se a todos. O grande objetivo deste instrumentos é permitir às empresas poupar com o pagamento de horas extraordinárias.
Compensações
O sistema atualmente em vigor prevê duas formas diferentes de contar o tempo de trabalho para o cálculo da compensação devida ao trabalhador em caso de despedimento.
Os contratos celebrados depois de 1 de novembro de 2011 terão direito a uma indemnização equivalente a 20 dias de salário base por cada ano de antiguidade até um máximo de 12 retribuições ou 240 salários mínimos (116.400 euros). Este sistema vai, no entanto sofrer novas alterações estando previsto, para novembro de 2012, a entrada em vigor de uma fórmula que passará a ter em conta um valor equivalente entre oito a 12 de dias por cada ano de contrato.
Nessa altura deverá também avançar o Fundo de Compensação Salarial. Os trabalhadores mais antigos, que contam já com 20 ou 30 anos de casa manterão as regras de cálculo vigentes até ai, mas não acumularão mais anos.

Inspeções de trabalho
O novo Código aligeira um conjunto de obrigações declarativas das empresas à Autoridade para as Condições de Trabalho. Deixa, assim, de ser obrigatório o envio do mapa de horário de trabalho, bem como o acordo de isenção de horários. O trabalho prestado no domicílio também deixa de ser reportado.

Despedimento por inadaptação
Apesar de a versão que entra em vigor ser mais suave do que a proposta inicial do Governo, o despedimento por inadaptação do trabalhador é, ainda assim, facilitado, uma vez que passa a ser possível mesmo que isso não decorra de uma mudança tecnológica. Nos cargos de direção ou de complexidade técnica, manteve-se a possibilidade de a empresa alegar inadaptação e despedir o trabalhador por incumprimento de objetivos.

Antiguidade
Nos despedimentos por extinção de posto de trabalho, a empresa deixa de ser obrigada a proteger os trabalhadores mais antigos, podendo definir outros critérios desde que não discriminatórios. È ainda eliminada a obrigado a tentar colocar o trabalhador em posto compatível porque uma vez extinto o posto de trabalho “considera-se que a subsistência da relação de trabalho é praticamente impossível” quando o empregador demonstre ter observado os critérios para tomar aquela decisão.